O dia 15 de novembro da IX FLIC foi marcado por uma programação diversificada que integrou literatura, música, debate e tradição académica.
A manhã decorreu no Museu das Termas Romanas, num ambiente criado pela parceria entre o Rotary Club de Chaves e a Câmara Municipal. O espaço acolheu o público para os primeiros momentos de reflexão do dia, garantindo condições adequadas para as atividades programadas.
Às 15h00, a Tuna da Universidade Sénior de Rotary de Chaves apresentou-se ao público, proporcionando um momento de convívio e música que antecedeu as mesas temáticas.
Às 15h30 realizou-se a Mesa 14 – A literatura numa folha de Excel, com Cristina Azevedo e Diogo Caldas (Lusa). A conversa abordou processos de escrita, organização, rigor e a relação entre método e criatividade na produção literária.
Às 16h30, os poetas Chus Pato e Jorge Melícias apresentaram Fontes Sonoras, uma performance que destacou a força da poesia dita e a sua dimensão oral.
Às 17h30, teve lugar a Mesa 15 – O meu tempo já não é tempo ou ainda é tempo, com a participação de Carlos Magno, Cristina Pizarro, Domingos Lobo, Fernando Dacosta e Ruben Sevivas, moderada por Maria José Afonso (Rádio Montalegre). A mesa debateu temas como a passagem do tempo, memória, envelhecimento e mudanças sociais.
A programação encerrou com o Grupo de Fado de Coimbra – Trovas e Cantigas, trazendo a tradição académica e musical para o final do dia.
No conjunto, o dia 15 de novembro da IX FLIC apresentou uma sequência de atividades que combinaram reflexão literária, expressão artística e momentos culturais, reforçando a diversidade e o alcance da iniciativa.
Fotografias: Rotary Club de Chaves e Maria Josè Afonso


























