O dia 14 de novembro foi um dos mais intensos da IX FLIC, marcado por várias mesas a decorrer em simultâneo em estabelecimentos de ensino e instituições da cidade. A literatura espalhou-se por salas, auditórios e corredores, aproximando autores de leitores de todas as idades.
Mesa 6 – Roteiros histórico-literários e a promoção da economia local
IPB – 10h00
Oradores: Ernesto Salgado Areias e João Madureira
Moderação: António Montalvão
No Instituto Politécnico de Bragança – polo de Chaves, a manhã começou com uma reflexão sobre a relação entre território, história e desenvolvimento económico. Os oradores abordaram o potencial dos roteiros literários como ferramentas de valorização cultural e promoção turística, destacando o papel da literatura na construção de identidade e na dinamização das comunidades locais.
Mesa 7 – Toda a ação é transformação – contributos da literatura para o desenvolvimento da criatividade
Escola Profissional de Chaves – 10h10
Oradoras: Maria Teresa Nobre e Joana Carvalho
Nesta sessão, os alunos da Escola Profissional foram convidados a pensar a literatura como motor de imaginação e inovação. As oradoras exploraram a forma como as narrativas, personagens e metáforas podem estimular o pensamento criativo e servir de impulso para novas formas de expressão e resolução de problemas no dia a dia escolar e profissional.
Mesa 8 – Também com poemas se escrevem cartas
Escola Dr. Júlio Martins – 10h10
Oradoras: Minês Castanheira e Raquel Patriarca
Moderação: Sameiro Costa
A poesia ganhou voz nesta mesa dedicada à escrita epistolar e aos sentimentos que cabem dentro de um poema. As oradoras partilharam textos, experiências e abordagens à escrita íntima, mostrando aos alunos como a poesia pode ser um gesto de comunicação, afeto e memória.
Mesa 9 – Toda a ação é transformação – contributos da literatura para o desenvolvimento da criatividade
Centro de Formação Profissional de Chaves – 10h10
Oradores: Leon Machado e Manuel Catumba
Moderação: José Moura
Também no Centro de Formação Profissional, a literatura foi apresentada como instrumento de mudança pessoal e profissional. Os oradores sublinharam a importância da leitura para desenvolver competências cognitivas, sensibilidade artística e abertura ao mundo, estimulando formandos e profissionais a olhar a criatividade como parte do crescimento humano.
Mesa 10 – Literatura e juventude na voz das palavras
Escola António Granjo – 10h00
Oradores: Domingos Lobo e Fernando Dacosta
Moderação: Ana Lídia
Nesta mesa dedicada à juventude, discutiu-se a influência dos livros nas escolhas, sonhos e horizontes dos mais jovens. Os oradores partilharam histórias, inquietações e reflexões sobre o papel da literatura na construção de valores e na ampliação do olhar sobre o mundo, num diálogo muito próximo com os estudantes.
Salão Nobre do Rotary Club de Chaves – Tarde Literária
15h00 – Apresentação de livros
A tarde começou com a apresentação de vários livros de autores convidados da IX FLIC, num ambiente de proximidade que permitiu ao público conhecer novas obras, processos de escrita e inspirações dos escritores.
Mesa 11 – Está tudo nas palavras
16h00
Oradores: João Batista, Paula Chaves, Mariana Carvalho e Tiago Ribeiro
Moderação: Lia Araújo
Esta mesa trouxe ao Salão Nobre uma conversa sobre o poder das palavras e o modo como elas moldam emoções, discursos e perceções. Os oradores refletiram sobre a carga simbólica da linguagem, a importância do vocabulário no pensamento crítico e a forma como a escrita pode transformar debates sociais e culturais.
Mesa 12 – Também com versos se escrevem cartas…
17h30
Oradoras: Minês Castanheira e Raquel Patriarca
A poesia voltou a ser protagonista numa partilha intimista sobre versos que se tornam mensagens, cartas e confidências. O público foi convidado a redescobrir o valor da escrita poética como forma de comunicação profunda e sensível.
Mesa 13 – A ressonância dos safanões ainda se sente nos interstícios das pedras
20h45
Oradores: Domingos Lobo e Fernando Dacosta
Moderação: Jorge Melo
O dia terminou com uma mesa de grande intensidade literária, onde se abordaram memórias, feridas do passado, identidade coletiva e a forma como os acontecimentos históricos deixam marcas que permanecem na paisagem e nas pessoas. Foi uma conversa densa, vibrante e profundamente reflexiva, realizada num ambiente acolhedor e atento.
Atuação da Tuna Académica da USTAG
A noite encerrou com a atuação da Tuna Académica da Universidade Sénior das Terras de Aguiar, que trouxe música, alegria e convívio ao final de um dia marcado pela palavra escrita.
Fotografias: Canal Alto Tâmega e Rotary Club de Chaves


































